Ferramentas da sucessão: testamento, holding, acordos e seguros

Conteúdo educacional. Não constitui aconselhamento jurídico, fiscal ou tributário.

Em uma frase: Não existe bala de prata; combine mecanismos para propriedade, governança e liquidez.

Testamento, holding patrimonial/empresa, acordos de sócios/acionistas, doações com reserva de usufruto, seguros (vida e key person) e planos de sucessão executiva são os principais mecanismos para organizar propriedade, gestão e liquidez. Cada ferramenta tem prós e contras: testamento é rápido e acessível mas não resolve governança; holding facilita regras de voto/distribuição, porém exige compliance; acordos reduzem conflitos se bem redigidos; doações podem antecipar partilha com proteção; seguros geram liquidez e cobrem imposto; sucessão executiva garante continuidade da operação.

Tabela comparativa

MecanismoObjetivoCusto* (R$)Prazo (dias)Proteção (0–5)Complexidade (0–5)
TestamentoTransferênciaBaixo7–3021
HoldingOrganizar voto/distribuiçãoMédio15–6043
Acordo de SóciosRegras e saídasMédio15–4553
Doação com usufrutoAntecipar partilhaMédio15–4532
Seguro (vida/key person)Liquidez tributáriaVariável10–3032
Sucessão executivaContinuidadeMédio30–9054
*Valores variam por jurisdição e porte; use como referência relativa.

Checklist de implementação

  1. Clarifique objetivos (controle/igualdade/proteção).
  2. Mapeie ativos e partes envolvidas.
  3. Elabore acordo de sócios e política de dividendos.
  4. Estruture holding (se fizer sentido) e seguros.
  5. Implemente plano de sucessão executiva.

FAQ

Holding resolve tudo?
Não. Sem acordo, políticas e evidências, a estrutura vira casca.

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